Doenças

Sintomas, cuidados e principais causas da Pressão Alta

pressão-arterialHabitualmente chamada de pressão alta, a hipertensão é uma doença crônica que afeta quase 30% da população mundial e cerca de 13 milhões de brasileiros, de acordo o Ministério da Saúde. A pressão arterial é considerada alta quando sistematicamente está igual ou maior que 14 por 09.  Vários fatores contribuem para a elevação da pressão, mas o principal deles e a contração dos vasos sanguíneos. Hoje em dia, considera-se o estilo de vida um grande causador deste problema. O ritmo intenso de obrigações diárias intensifica o estresse e impede a prática de atividades físicas provocando a obesidade, por exemplo. Além disso, os maus hábitos alimentares prejudicam o controle da hipertensão. Para garantir a pressão arterial normalizada é fundamental prezar por uma alimentação balanceada, livre de gorduras e excesso de sal. É necessário também não deixar de realizar os exames de rotina. Muitas pessoas não sabem que sofrem com a elevação da pressão por não sentirem sintomas que as levem ao médico. O problema é que muitas das vezes quando chegam ao diagnóstico a doença já provocou lesões em órgãos vitais como o cérebro, o coração ou rins.

Segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS – a hipertensão é uma das maiores causadores de insuficiência renal, infarto e Acidente Vascular Cerebral – AVC.  Por todos os motivos expostos, é importante estar atento e garantir o controle da pressão para manter boa saúde.

Medidas para aferição da pressão arterial

aferir-pressão-arterialMedimos a pressão arterial em dois tipos:

  • A pressão arterial sistólica
  • A pressão arterial diastólica.

Pressão arterial sistólica – é chamada de pressão arterial máxima e corresponde ao valor medido no momento em que o ventrículo esquerdo bombeia uma quantidade de sangue para a aorta. Em condições normais, este valor pode variar entre os 120 a 140 mmHg.

Pressão arterial diastólica – é chamada de pressão arterial mínima e correspondente ao momento em que o ventrículo esquerdo volta a encher-se para retomar todo o processo da circulação. Em condições normais, este valor geralmente está dentro da média dos 80 mmHg.

É importante fazer a medição regularmente. Pelo menos uma vez por mês, para quem não sofre de hipertensão.

Fatores que aumentam as chances de hipertensão

  • obesidadeHistórico familiar: desenvolvimento prematuro de doença cardiovascular;
  • Idade;
  • Sedentarismo;
  • Obesidade;
  • Consumo de bebidas alcoólicas;
  • Consumo excessivo de sal;
  • Consumo excessivo de gordura;

Além de outros que podem ser averiguados através de exames regulares, por isso, é imprescindível estar sempre em dia com a consulta médica.

 Sintoessão Alta

 O grande obstáculo no diagnóstico da Hipertensão é a ausência de sintomas. Por este motivo é comum chama-la de “Assassina Silenciosa”. Muitos pacientes quando descobrem que tem a pressão arterial acima do normal já sofrem algum tipo de sequela.

Apesar de ser uma doença que se manifesta majoritariamente em pessoas idosas, não é raro que jovens sejam atingidos por ela. Precisamos lembrar que a hipertensão pode ocorrer em qualquer idade; principalmente quando se leva uma vida desregulada e sem restrições. A melhor prática possível é o controle realizado antes mesmo de se observar qualquer elevação.

dor-no-peitoDe qualquer forma, fique atento a alguns sinais, tais como:

  • Dores de Cabeça;
  • Perda de Sangue pelo Nariz;
  • Dor no Peito;
  • Agitação;
  • Visão Embaçada;
  • Tontura

O diagnóstico, como sabemos, é feito pela medida da pressão. Em consulta, solicite ao seu médico, caso ele não o faça, para realizar a verificação. Em casa, você também poderá realizar este controle; basta adquirir um equipamento com garantia de qualidade.  Há aparelhos manuais e automáticos. Informe-se sobre seu uso. O procedimento é simples e rápido. Vale como dica: anote as variações observadas durante um determinado período indicando inclusive o horário e relate em consulta.

Muitos são os medicamentos usados no controle da pressão arterial, mas somente seu cardiologista poderá indicar o melhor tratamento. Lembre-se de que cada caso é único. Não reutilize receita de amigos ou indicações de “sucesso” em outros pacientes. Isto pode causar danos ainda maiores à sua saúde. Jamais se automedique! Nunca interrompa ou altere o uso da medicação prescrita sem conversar com seu médico!

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